sábado, 2 de maio de 2015

EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

Notícias e assuntos relacionados ao Ensino escolar e Matemática.


O que é Educação Matemática?
A Educação Matemática é um campo do conhecimento que se dedica a estudar questões relativas ao ensino/aprendizagem de matemática. 
A Importância da Matemática
O trabalho apresenta uma pesquisa de campo, tendo como objeto de estudo, a influência que o ensino da matemática possui na formação cidadã do educando, visto que, esta ciência não deve ser tratada como uma ferramenta utilizada para desenvolver isoladamente o   


Acesse

Acesse

Proposta de atividade de planificação dos sólidos geométricos


VOLTAR


quarta-feira, 8 de abril de 2015

A importância da Matemática

     O trabalho apresenta uma pesquisa de campo, tendo como objeto de estudo, a influência que o ensino da matemática possui na formação cidadã do educando, visto que, esta ciência não deve ser tratada como uma ferramenta utilizada para desenvolver isoladamente o raciocínio e as habilidades cognitivas. Assim o trabalho se propôs a identificar como o ensino da matemática contribui para a formação plena do educando como um ser crítico formador de opinião. A importância do estudo está na perspectiva de redirecionar o olhar para a matemática, abordando os benefícios, os valores, enfim, tratar sobre um ensino voltado para a construção de uma formação de qualidade. Tratou-se da educação como um meio crucial para o desenvolvimento de qualquer pessoa, que prepara para o exercício da cidadania, pois se acredita que é através da educação que o aluno faz-se capaz de desenvolver padrões de comportamento. O estudo teve cunho exploratório baseado em pesquisa de campo, de modo que foi realizada aplicação de questionários a educadores da disciplina de Matemática, atuantes no ensino fundamental e médio, e a educandos de uma turma do segundo ano do ensino médio, ambos de escolas públicas. As informações adquiridas através da coleta de dados foram analisadas e relacionadas com as teorias estudadas, encontrando-se assim, as respostas para o problema e para as questões de pesquisa. Desse estudo concluiu-se que o ensino da Matemática é um dos elementos fundamentais para a formação social e intelectual do aluno, fazendo deste um ser humano dotado de conhecimento, possuidor da capacidade de evoluir culturalmente, se tratando de um cidadão apto e preparado para lidar com as mudanças da sociedade. Assim sendo imprescindível o desenvolvimento da autonomia, da criticidade, da criatividade e da capacidade de argumentação, assim se comprovou a importância do ensino da Matemática como componente curricular.

http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/graduacao/article/view/6058

O que é Educação Matemática?

      A Educação Matemática é um campo do conhecimento que se dedica a estudar questões relativas ao ensino/aprendizagem de matemática. É um campo interdisciplinar que faz uso de teorias de outros campos teóricos, como a sociologia, a psicologia, a filosofia, etc., para a construção de seu conhecimento, além de construir suas próprias teorias. A Educação Matemática não se restringe a apenas estudar meios de fazer alunos alcançarem um conhecimento previamente estabelecido, mas também problematiza e reflete sobre o próprio conhecimento matemático.
http://www.mat.ufmg.br/pet/Jussara.php

terça-feira, 31 de março de 2015

HISTÓRIA DA MATEMÁTICA

Filósofos e suas contribuições, à matemática.




Euclides: Geometria plana, dos sólidos, teoria dos números...           



Pitágoras: Escala musical, teorema de Pitágoras...         



Tales: Proporcionalidade, semelhança...           



Al-Khwarizmi: frações, regras de completação...




Arquimedes: Esfera, cilindro...



Bhaskara: Equações do 2º grau, equações lineares...         



Descartes: Geometria analítica, plano cartesiano...










Comprimento da circunferência

Sabemos que para calcularmos o comprimento de uma circunferência, basta utilizarmos a fórmula:

C = 2 . π . r

Mas a questão que se impõe é: porque 2 π, da fórmula para o cálculo da circunferência?

A resposta é simples:

Ocorre que uma volta completa da circunferência é igual a 360º, que convertido em radianos (unidade padrão de medida angular) = 2 π rad.

Mas porque multiplicado por r (raio)?

Por quê, sendo o raio é constituinte da formação da circunferência.

Observe a animação.


sábado, 21 de março de 2015

Linguagem algébrica

O uso dos símbolos das letras para representar os números, foi introduzido sistematicamente por François Viète - matemático francês, por este motivo é considerado o Pai da Álgebra.
Imagem Google












Sentenças expressas com palavras, e sua representação na linguagem matemática
     Para resolver problemas utilizando equações é importante saber representar expressões que contêm letras.
Veja alguns exemplos, quando a letra x indica um número:

o dobro desse número: x+x ou 2 . x ou 2x
o triplo desse número: 3x
o quádruplo desse número: 4x
a metade desse número: x/2
a terça parte desse número: x/3
os 3/5 desse número: 3/5 . x
70% desse número: 7/10 . x ou 0,7x
esse número acrescido de 8 : x + 8
7 a mais do que esse número: x + 7
3 a menos do que esse número: x – 3
3 menos esse número: 3 – x
a soma desse número com 8: x + 8
a diferença entre esse número e 5: x – 5
a diferença entre 7 e esse número: 7 – x
o produto desse número é 9: x . 9 ou 9x
o quociente desse número por 5: x/5 ou x:5
o dobro da soma desse número com 9: 2(x+9)
a soma do dobro desse número com 9: 2x + 9
a metade desse número mais o seu dobro: x/2 + 2x
a metade da soma desse número com 5: (x+5) / 2
a terça parte desse número: x : 3 ou x/3
esse número menos 4: x – 4
40% desse número: 2/5 . x ou 2x / 5 ou 0,4x
Os três quartos de x: 3/4x
Três mais o quíntuplo de x: 3 + 5x
Seis menos o cubo de x: 6 – x³
O quadrado de um número: x²
Um número adicionado ao seu dobro dá 28: x + 2x = 28

VOLTAR

Quadrados perfeitos

No quadriculado a seguir estão desenhadas cinco figuras geométricas planas.

















a) Quantos quadradinhos há no interior de cada figura?

b) Quais dessas figuras são quadrados?



VOLTAR

sexta-feira, 20 de março de 2015

Quadrados perfeitos

Os números naturais que são  quadrados de outros números naturais são denominados quadrados perfeitos.
Por exemplo: O número 16, que representa o quadrado de 4, é chamado quadrado perfeito.

É possível mostrar geometricamente que 16 é um número quadrado perfeito.

Consideremos um quadrado com 1 cm de lado. Se usarmos 16 desses quadrados, formamos um novo quadrado.
QUADRADO PERFEITO










VOLTAR
ATIVIDADES

quarta-feira, 11 de março de 2015

Progressão aritmética

     O matemático Karl Friedrich Gauss descobriu uma fórmula para indicar a quantidade total em cada triângulo, em que S1 correspondia ao primeiro triângulo, S2, ao segundo triângulo, e assim sucessivamente.

     As somas descritas por Gauss iniciavam com um e, a cada etapa, era adicionado um número que correspondia a uma unidade acima do último número adicionado.






Observe:
S1 = 1
S2 = 1 + 2 = 3
S3 = 1 + 2 + 3 = 6
S4 = 1 + 2 + 3 + 4 = 10
S5 = 1 + 2 + 3 + 4 + 5 = 15
S6 = 1 + 2 + 3 + 4 + 5 + 6 = 21
S7 = 1 + 2 + 3 + 4 + 5 + 6 + 7 = 28
S8 = 1 + 2 + 3 + 4 + 5 + 6 + 7 + 8 = 36
S9 = 1 + 2 + 3 + 4 + 5 + 6 + 7 + 8 + 9= 45
Observe, que os resultados dessa somas: 1, 3, 6, 10, 15, 21, 28, 36, 45 são os chamados números triangulares.

Mais atentamente, verificamos que se adicionarmos o primeiro elemento ao último obteremos o mesmo resultado, de somarmos o segundo elemento ao penúltimo.

Para melhor exemplificar:
Para S6:  
                1 + 6 = 7
                2 + 5 = 7
                3 + 4 = 7 note: 3 . 7 = 21

Para S7:
                1 + 7 = 8
                2 + 6 = 8
                3 + 5 = 8
                4 +          note: 3 . 8 = 24 + 4 (da sequência) = 28
             
Para S8:
                1 + 8 = 9
                2 + 7 = 9
                3 + 6 = 9
                4 + 5 = 9 note: 4 . 9 = 36

Para S9:
                1 + 9 = 10
                2 + 8 = 10
                3 + 7 = 10
                4 + 6 = 10
                5 +            note: 4 . 10 = 40 +5 (da sequência) = 45

E assim, infinitamente. Perceba também que existe um padrão para os números triangulares pares e ímpares.
Visto isso podemos generalizar:












VOLTAR

Números triangulares

A ideia é:

Começamos pela ideia da construção de um triângulo qualquer, criando uma bolinha:

A seguir, colocamos duas bolinhas abaixo da primeira, obtendo assim um triângulo;


Colocando três bolinhas abaixo dessas, obteremos outro triângulo:



Observe que acrescendo mais uma linha com mais uma bolinha, obteremos outro triângulo; e assim fazendo sucessivamente, caracteriza-se uma classe de números chamada de números triangulares.

Para continuar o estudo, você pode ir para progressão aritmética:


PROGRESSÃO ARITMÉTICAVOLTAR

domingo, 8 de março de 2015

A quadratura do círculo

     Dado um círculo, construa um quadrado de mesma área. 
     Segundo a história da matemática, os gregos desconheciam as operações algébricas e priorizavam a Geometria, assim, para resolver esse problema, propunham solução apenas com régua e compasso, que não era passível de solução.
     Conta a tradição matemática, que um grego Ahmes, solucionou facilmente o problema, da seguinte maneira:
     - pensou em determinar a área de uma quadrado e calcular quantas vezes essa área caberia dentro de um círculo. Parecia razoável, tomar o que tivesse como lado o próprio raio da figura. Fazendo assim, comprovou que o quadrado estava contido no círculo mais de três vezes e menos que quatro, ou aproximadamente três vezes e um sétimo, que atualmente dizemos 3,14.
     Dessa forma concluiu que para achar a área de um círculo, basta calcular a área de um quadrado construído sobre o raio, multiplicando essa área por 3,14.
     Observe as figuras abaixo e reflita:



A solução é simples, usando-se os recursos da álgebra, sabemos que: π.r² = r², logo:

r² = π . r . r² => r = π.r² => r = r π

Assim, por exemplo, o lado(r) de um quadrado, para um círculo de  5 cm de raio é r ≃ 5 π, ou l ≃ 15,7 cm.
VOLTAR

Cálculo da área de um círculo

De uma maneira lúdica.
Observe que o círculo abaixo, é formado por infinitas circunferências.
Se as circunferências fossem convertidas em linhas retas, de acordo com o tamanho de cada reta e dispostas na posição abaixo, teríamos à formação de um triângulo como é mostrado na figura.









Assim, lembrando que o comprimento de uma circunferência é dado por C = 2. pi . r, e lembrando que área de um triângulo qualquer é dado por A= (b * h) / 2, e fazendo as devidas substituições na fórmula, obtemos à fórmula da área de um círculo.









VOLTAR

quinta-feira, 5 de março de 2015

Razão áurea

Um exemplo clássico para o entendimento do que vem à ser razão área.

     Se a razão entre a medida do comprimento e a medida da largura de um retângulo é de aproximadamente 1,6, então ele é chamado de retângulo de ouro.

A razão a/b = a:b ≃ 1,6, chamada de razão de ouro, aparece em diversos elementos da natureza e objetos feitos pela humanidade, como obras de arte e de construção civil.

Pensando num retângulo, cujas medidas são: 30,70 m de largura e 18,24 m de altura, pelo comentado acima, fazemos:  30,70 : 18,24 = 1,68311..., o número de ouro.















Para obtermos outros retângulos  de ouro, com dimensões diferentes, devemos seguir às regras sobre proporção, como  por exemplo, partindo-se das medidas do desenho acima, e aumentando em 2 vezes à razão 30,70 / 18,24= 1,68311..., teremos: 61,40 / 36,48 = 1,68311..., e ainda, se aumentarmos em 3 vezes as medidas iniciais, obteremos: 92,10 / 54,72 = 1,68311..., podemos fazer assim sucessivamente.

Você pode ir para uma animação do retângulo de ouro.
VOLTAR


Bento de Jesus Caraça

Matemática

" Toda a gente sabe como as necessidades da vida corrente exigem que, a cada momento, se façam contagens - o pastor para saber se não perdeu alguma cabeça do seu rebanho, o operário para saber se recebeu todo o ordenado que lhe é devido, a dona de casa ao regular as suas despesas pelo dinheiro que dispõe, o homem de laboratório ao determinar o número exacto de segundos que deve durar uma experiência - a todos se impõe constantemente, nas mais variadas circunstâncias, a realização de contagens."

Começa assim o livro "Conceitos Fundamentais da Matemática" de Bento de Jesus Caraça. De uma maneira simples, característica que Jesus Caraça mantém ao longo do seu livro, quer levar o saber, nas suas palavras a "cultura", a uma maioria.

Os "Conceitos Fundamentais da Matemática" foram publicados pela primeira vez em primeira edição na "Biblioteca Cosmos" em dois volumes em 1941/42 com sucessivas reedições. As várias edições que a obra "Conceitos Fundamentais da Matemática" já teve (e certamente ainda terá outras) reforçam a ideia de que a orientação escolhida foi a mais adequada, foi a mais útil para matemáticos e não matemáticos. De facto, tem havido não matemáticos que lêem com grande interesse "Conceitos Fundamentais da Matemática", encontrando nele um livro acessível e agradável. A organização e redacção desta obra enfatiza a militância do Autor pela cultura e as suas elevadas qualidades pedagógicas. De facto, esta Obra dá a impressão, a quem a lê, de que o Autor está conversando com o leitor.

No prefácio à 1ª edição, com o qual Bento Caraça inicia o 1º volume dos "Conceitos Fundamentais da Matemática",  afirma a sua atitude face à Ciência, da qual a matemática, embora com problemas próprios, faz parte integrante:

“ A ciência, encarada assim, aparece-nos, como um organismo vivo, impregnado de condição humana, com as suas forças e as suas fraquezas e subordinada às grandes necessidades do homem na sua luta pelo entendimento e pela libertação; aparece-nos, enfim, como um grande capítulo da vida humana e social.”

E, mais adiante:

“Sem dúvida, a matemática possui problemas próprios… mas não há dúvida também de que os seus fundamentos mergulham, tanto como os de outro qualquer ramo da Ciência, na vida real; uns e outros entroncam na mesma madre.”

Na literatura matemática portuguesa, a obra de Bento Caraça, 'Conceitos Fundamentais da Matemática', ocupa um lugar de grande destaque; parece que nada há que se lhe compare no esforço não só para ensinar a pensar mas também a despertar a curiosidade pela matemática e vencer o medo que esta tanto desperta. É um livro actual apesar de já ter sido escrito há mais de cinquenta anos. E este facto levanta inúmeras interrogações. Como é possível um texto científico, neste caso de matemática, resistir à erosão do tempo, à evolução das ideias e das modas? Como pode um livro científico valer para além do interesse histórico, sobrevivendo à alteração dos conceitos?

   Diz Paulo Almeida (responsável pela introdução de uma das edições do livro): "O livro não é pois apenas um livro de matemática elementar. É um livro em que a matemática é um pretexto para ir mais longe. De referir a célebre conferência de Bento de Jesus Caraça, "A cultura integral do indivíduo", proferida em 1933, Sempre quis o Autor reivindicar a cultura para a sociedade inteira. A leitura dos "

"Em filosofia (se não digo asneira) não há resumos nem vulgarizações possíveis. Ou se estuda com verdadeiros filósofos ou não se estuda. O que torna interessante os seus problemas é a sua dificuldade. Facilitar tais problemas é deixar de vê-los e deixar de vê-los é deixar por isso de ser filósofo. O vulgarizador, quase sempre, assemelha-se a um professor de equitação que para facilitar as coisas suprimisse o cavalo".

O conteúdo científico dos "Conceitos Fundamentais da Matemática" corresponde a uma parte dos temas que ainda hoje são leccionados - como o eram há cinquenta anos - nos dois últimos anos dos estudos secundários e no primeiro ano dos estudos universitários com vertente científica. Apesar da natural evolução da matemática o seu núcleo básico manteve-se no essencial ao longo deste meio-século. É verdade que, comparando a matemática com as outras ciências, a evolução da sua base fundamental revela maior estabilidade sendo por exemplo as demonstrações de há vinte cinco séculos tão modernas quanto as de hoje. No livro é dada ênfase a ideias que podemos encontrar nos manuais modernos, no entanto nestes últimos prevalece a componente técnica. Se é verdade que para consolidar a compreensão dos conceitos essa componente é indispensável, sendo mesmo necessário praticar para uma maior facilidade de memorização , mais verdade ainda é que conceber a matemática como um receituário é muito perigoso. Infelizmente, essa ideia de receituário é ainda inculcada em muitos dos alunos, muitas vezes vítimas de uma formação pobre dos seus professores. O professor deveria aproveitar o livro quer para o prazer, quer para o exercício da crítica, sabendo que nenhum livro substitui o professor, podendo, isso sim, complementar-se as suas funções. B. J. Caraça apresenta-nos uma Matemática cujo desenvolvimento se processa numa relação estreita com as pessoas e as condições de cada época, procurando, quase sempre, respostas para as questões que os homens colocam sobre aquilo que os rodeia, podendo esta visão ajudar os professores a tornar mais significativa a aprendizagem da Matemática.

    É muito importante situar este livro no tempo. Ele está em consonância com toda a actividade de Bento de Jesus Caraça à frente da Biblioteca Cosmos, em prol da divulgação científica, do seu carácter libertador e antifascista, numa luta pela cultura e liberdade. Nas palavras de Paulo Almeida: "Quando este livro foi escrito vivia-se num clima de medo generalizado em que se por um lado o Estado aterrorizava os cidadãos, por outro vivia no terrível temor de eles se libertarem. Ao carácter libertador da ciência, convite a pensar e que vive da correcção constante dos seus erros, não poderia alhear-se o regime ditatorial, obviamente ameaçado pela cultura e pela liberdade. As sucessivas vagas de demissões compulsivas e a proibição de investigar ou de ensinar endereçada a alguns dos nossos melhores valores científicos - um dos demitidos sendo o próprio Bento de Jesus Caraça - se bem reflecte o medo geral, deixa imaginar que o isolamento intelectual a que eram votados os portugueses, quer a corrupção das regras derivada da imitação do poder vigente." Hoje Portugal tem a liberdade por que Bento Caraça denodadamente lutou e todos os matemáticos da geração presente sabem ou deveriam saber o quanto devem à acção pedagógica e cívica de Bento de Jesus Caraça, dívida essa que, por demasiado grande, não é facilmente saldável, tantas foram as suas iniciativas no sentido de responsabilizar e dignificar os matemáticos.
Fonte: www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/seminario/bento%20caraca/matematica.htm
VOLTAR

Operações inversas

Adição
     A inversão consiste em - dada a soma a uma das parcelas, determinar a outra. Deveria haver duas operações inversas, conforme se pedisse o adicionando ou o adicionador, mas, em virtude da propriedade comutativa da adição, os papéis das duas parcelas podem trocar-se, e a duas inversas fundem-se numa só, que se chama subtração.

Multiplicação
     A inversão consiste em - dado o produto a um dos fatores, determinar o outro. Deveria também haver duas inversas, mas que se fundem numa só - divisão - em virtude da propriedade comutativa do produto.

Potenciação
     A inversão consiste em - dada a potência de um dos dados, base ou expoente, determinar o outro. Agora há de fato, duas inversas, porque não existe comutatividade na potenciação, por exemplo:
5² = 5.5 = 25
2⁴ = 2. 2.2.2 = 32
     Aquela inversa pela qual, dada a potência e o expoente, se determina a base chama-se radiciação; aquela pela qual, dada a potência e a base, se determina o expoente chama-se logaritmação.

(Conceitos fundamentais da matemática - Bento de Jesus Caraça).

quarta-feira, 4 de março de 2015

O número de ouro

A construção de um retângulo de ouro
1. Desenhe um quadrado qualquer na folha (o lado do quadrado será a largura do retângulo de ouro);
2. Marque os pontos médios dos lados de “cima” e de “baixo” do quadrado;
3. Trace a reta que passa pelos pontos médios (observe que o quadrado ficou dividido em dois retângulos congruentes);
4. Num dos retângulos trace uma das suas diagonais.
5. Com o compasso desenhe a circunferência que tem centro no ponto médio de onde parte a diagonal, tendo como raio essa diagonal;
6. Prolongue o lado do quadrado até encontrar a circunferência (este novo segmento é o comprimento do retângulo de ouro)
O número de ouro é representado pela letra Φ , em homenagem a Fídias (Phideas), famoso escultor grego, por ter usado a proporção de ouro em muitos dos seus trabalhos.

Construído no GeoGebra


Observe que você, movendo o retângulo, suas dimensões são alteradas, porém, à razão obtida é sempre igual à aproximadamente 1,61...



VOLTAR

Medida

Medir é comparar quantidades de uma grandeza com outra quantidade da mesma grandeza que se escolhe como unidade.
Observe no objeto de aprendizagem abaixo, que o quadradinho MOVA, é a unidade de medida.
Você terá medido o quadrado "grande", quando verificar quantos "quadradinhos" pequenos (unidade de media), cabem no quadrado maior.

Então qual é a área da figura maior?



VOLTAR


Grandezas

 Entendemos por grandeza tudo aquilo que pode ser medido, contado. As grandezas podem ter suas medidas aumentadas ou diminuídas.
        Alguns exemplos de grandeza: o volume, a massa, a superfície, o comprimento, a capacidade, a velocidade, o tempo, o custo e a produção.
VOLTAR

Geometria

     Geometria é uma palavra que resulta dos termos gregos "geo" (terra) e "métron" (medir), cujo significado em geral é designar propriedades relacionadas com a posição e forma de objetos no espaço.

     A Geometria é a área da Matemática que se dedica a questões relacionadas com forma, tamanho, posição relativa entre figuras ou propriedades do espaço, dividindo-se em várias subáreas, dependendo dos métodos utilizados para estudar os seus problemas.

     Este segmento da matemática aborda as leis das figuras e as relações das medidas das superfícies e sólidos geométricos. São utilizadas relações de medidas como as amplitudes de ângulos, volumes de sólidos, comprimentos de linhas e áreas das superfícies.

Fonte: www.significados.com.br


VOLTAR